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PELO DIREITO HUMANO À ÁGUA
Instituto Equit - Gênero, Economia e Cidadania Global
Fórum Permanente das Mulheres de Manaus

Particularmente as mulheres, que conhecemos o valor da água para as tarefas cotidianas que ainda continuam sob nossa responsabilidade, sofremos com sua falta e muitas vezes continuamos assumindo o trabalho de carregála até as casas, onde a família toda precisa cotidianamente dela para preparar os alimentos, beber, tomar banho, limpar a casa e os sanitários etc. Até em cidades como Manaus, rodeada de água por toda parte, é ainda comum ver mulheres com a lata d´água na cabeça, carregando ela para dentro de suas casas! Por todos esses motivos, as mulheres somos conscientes da importância da preservação das fontes de água e do uso racional da mesma, como também da necessidade de exigir e lutar por políticas públicas que ampliem o acesso à água encanada e ao saneamento básico para todos os moradores da cidade.

  

 
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FÓRUM DE DIÁLOGO IBAS - Índia, Brasil e África do Sul

O Fórum IBAS1 é uma iniciativa trilateral entre Índia, Brasil e África do Sul, desenvolvida para promover a cooperação Sul- Sul. Como resultado das discussões entre os Chefes de Estado e/ou o Governo dos países do IBAS, na reunião do G-8, que ocorreu em Evian, França, em 2003, e das conseqüentes consultas trilaterais, os Ministros das Relações Exteriores dos respectivos países encontraram-se em Brasília, em 6 de junho de 2003. Nesta reunião, foi realizado o lançamento formal do Fórum de Diálogo IBAS, a partir da adoção da “Declaração de Brasília”.

  

 
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Comercio y desarrollo en América Latina: el orden de los factores altera el producto

El crecimiento del comercio internacional en la región no ha contribuido como se esperaba a la creación de mejores oportunidades laborales y especialmente, no ha aprovechado las condiciones de cali. cación de la oferta de trabajo femenina. Por otra parte, aun cuando las políticas comerciales hubieran sido exitosas en la creación de empleo y en particular, de empleo femenino, si las políticas públicas no atienden la esfera de la «economía del cuidado», ello no es su. ciente para lograr un impacto positivo en términos de equidad social y de género.

  
 
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Entendendo o Mercosul na perspectiva das mulheres

A presente publicação é o resultado de vários anos de acompanhamento das negociações no Mercosul e em particular da Reunião Especializada da Mulher. Desde 1995, pouco tempo depois de assinado o primeiro Tratado que deu início ao Mercosul, o Movimento de Mulheres da região tem se esforçado para incorporar a perspectiva de Gênero neste processo integrador. Os diversos acordos e protocolos no marco do Mercosul mencionam, cada vez de forma mais enfática, a necessidade de fortalecer o papel e a participação da sociedade civil para o sucesso do processo de integração. Assim, junto aos âmbitos próprios da estrutura institucional do Mercosul, a sociedade civil e, em particular as mulheres, temos procurado com esforço canais para intervir no processo integrador.

  
 
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As mulheres em defesa da água como direito humano fundamental

A presente publicação é o resultado de estudos empreendidos pelo Comitê de Mulheres da ASC (Aliança Social Continental) com o apoio da Fundação Böell, para contribuir com a elaboração de uma proposta de estratégia de ações e políticas a partir das mulheres em defesa de um dos recursos mais preciosos para a vida: a água. Apresentamos assim os resultados e problemáticas evidenciadas pelos estudos de caso dos impactos produzidos sobre as mulheres pelos processos de privatização da água no Brasil e na Bolívia ao longo do ano 2003.
Com as ações e propostas que são apresentadas neste documento queremos contribuir com a luta que diferentes movimentos, organizações de mulheres e organizações sociais de base estão desenvolvendo na América Latina e no mundo para evitar que as políticas neoliberais continuem arrebatando a água, acentuando os impactos negativos da sua mercantilização, impulsionando o menosprezo pelos saberes locais para a gestão da água e mantendo as implicações negativas da privatização nos direitos das mulheres.

Comitê de Mulheres da ASC
Julho 2004